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A internet é uma rede de computadores que conecta o mundo inteiro. Para que isso aconteça cada computador é interligado a outro através de uma tecnologia que o identifica e libera para ele um endereço único chamado de IP (Gerado pela tecnologia IPv4 ou IPv6).

Esse endereço é o que permite a troca de informações entre este computador e os outros também conectados e possui o formato X.X.X.X. (Ex: 187.64.125.136). Quando falamos “computador” queremos dizer dispositivo, já que celulares, smartfones, PC´s, notebooks, servidores, tablets, sites… todos ganham um número IP ao logar na grande rede. A entidade responsável pela distribuição dos IP´s no mundo inteiro é a IANA/ICANN, que repassa cotas para suas regionais até que elas cheguem aos provedores, que por sua vez as utilizam diretamente com seus clientes e assinantes.

Com cada vez mais pessoas conectadas à internet, mais e mais dispositivos necessitam de endereços IP´s para funcionarem e, apesar de grande, o formato IPv4 é um número finito. Os especialistas perceberam há anos atrás que esse número iria se esgotar e que a quantidade de conexões iria se estagnar, causando o caos no mundo digital. Para evitar esse panorama os cientistas foram em busca de uma solução para o IPv4 e lançaram o IPv6 – Protocolo de Internet Versão 6.

 

O IPv6

O IPv4 é uma sequência de 32 bits (4 conjuntos de 8 bits) que permite a criação de 4.294.967.296 endereços. São mais de 4 bilhões de possibilidades, mas que já é considerado pouco diante do número crescente de conexões no mundo.

Já o IPv6 é uma combinação de 128 bits e, apesar de não ser um protocolo totalmente novo, apresenta um formato diferente do antigo IPv4. Não é novo porque ele é uma evolução da versão 4 com um formato diferenciado, visto que utiliza 8 sequências de 4 caracteres.

IPv4 – 208.67.222.220
IPv6 – 805B:2D9D:CD28:0000:0000:0000:D4C8:1FFF

Com esse novo formato, na teoria, teríamos uma quantidade de endereços disponíveis de 340.282.366.920.938.463.463.374.607.431.768.211.456, o que resolve durante muito tempo o problema da quantidade de endereços para novas conexões.

 

“O IPv6 É MAIS SEGURO DO QUE A VERSÃO IP ANTIGA”

Segundo o TechTudo, esse formato, apesar de confuso, também apresenta outras vantagens em relação ao antigo. Uma delas é a correção do mecanismo IPSec (Segurança de Endereço IP) que fornece criptografia de pacotes e garante mais integridade, confidencialidade e autenticidade nas comunicações. Isto significa mais segurança para o usuário da rede.

O IPv6 foi lançado mundialmente no dia 8 de junho de 2011, no World IPv6 Day. No Brasil, os primeiros testes foram realizados em fevereiro de 2012 durante a Campus Party Brasil, onde mais de 7 mil visitantes inscritos puderam acessar a nova rede em modo nativo, sem softwares de transição.

A versão 6 irá substituir a antiga de maneira planejada, já que não é possível a substituição imediata, nem a criação de um mundo novo usando somente o IPv6. O seu uso foi liberado pela Anatel em julho de 2015 e durante a substituição total os dois sistemas irão coexistir e se comunicar utilizando recursos criados especificamente para a implementação da nova tecnologia. Empresas como o Google, Facebook, Microsoft, Uahoo, At&T, Cisco, D-Link se uniram no compromisso de habilitar constantemente o IPv6 em seus produtos e serviços, para que a comunicação entre diferentes aparelhos se torne mais eficiente.

Mas em que é que isso muda para o internauta? O consumidor final…você? Nada! Você tinha um problema que não sabia e que foi resolvido sem você saber.

Mas se o seu provedor de internet lhe oferece uma conexão com a tecnologia IPv6 significa que ele (e você) está utilizando a tecnologia mais moderna existente no mercado e que ele está antenado e pronto para lhe conectar da forma mais segura e avançada que existe.

O Google criou este vídeo (https://youtu.be/-Uwjt32NvVA) para comemorar o lançamento da nova tecnologia, provando seu compromisso na sua implantação.

Neste vídeo (https://youtu.be/_JbLr_C-HLk) é explicado de forma simples o que aconteceria se continuássemos a usar o IPv4 e o como é complicado a implantação do novo IPv6. Para quem quiser se aprofundar no assunto, postaremos novos conteúdos sobre o tema. Aguardem!

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